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Os perigos da hiperconectividade e da onipresença dos smartphones

  • Foto do escritor: Carlos Costa
    Carlos Costa
  • 17 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura

Vivemos uma vida quase virtual, pois, vemos a realidade que nos chega através de telas e de modo distorcido. Na era da TV, recebíamos a informação de modo passivo. Na era atual, dos smartphones, interagimos, temos o poder de criar notícias (falsas ou não) e de, frequentemente, dar opinião em muitos assuntos, muitas vezes, sem conhecimento devido.


Esta imagem foi a única coisa aqui gerada por IA. Pessoas em um concerto usando smartphone massivamente.
Esta imagem foi a única coisa aqui gerada por IA. Pessoas em um concerto usando smartphone massivamente.

Nas mesas e nas refeições, lá está a hiperconectividade: todos juntos e distantes em suas telas. Os jovens buscam mais contato pelas redes sociais do que “ao vivo” e “de verdade”. Consequência: compulsão, ansiedade, insônia, déficit de atenção. Pessoas em shows olham para o próprio celular para gravar o artista. Ou seja, diante da realidade, o que vence é a vontade de mostrar aos outros o que estão fazendo.


As redes sociais nos fazem achar que estamos diante de uma plateia e pessoas fazem da própria imagem um espetáculo, expondo a própria intimidade, exibindo o corpo, os bens materiais e os prazeres. Terminamos por forjar uma identidade virtual fictícia, fraca, inverídica. Para muitos a felicidade está atrelada ao número de curtidas. Triste desses.


Para se libertar dessa “caverna de Platão virtual” é preciso ter domínio da vida virtual e não deixa-la substituir as experiências reais, como uma boa conversa com os amigos ou uma caminhada.

Estudar por livros e obter conhecimento pode demandar mais tempo e esforço, mas, sem dúvida é muito mais útil no nosso desenvolvimento intelectual e pessoal.


Finalizando, deixando aqui também meu apelo: leia um livro, qualquer um.

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